Chen Yuan descobriu que a cada semana sua superpotência era renovada. Na primeira semana, percebeu que sobre todos os seres vivos pairava um número vermelho, variando de centenas, milhares, até dezena
O rapaz alto de uniforme escolar à minha frente já estava parado diante do aquário de frutos do mar há dez minutos.
Se não fosse porque a loja estava vazia, o dono já teria perdido a paciência.
Mas será que esse garoto é mesmo do tipo que compra lagostas? Tomara que não venha com aquela: "Sou estudante, me dá de presente." Isso, de jeito nenhum, nem se tivesse acabado de nascer.
"Morreu."
"O quê? Morreu o quê?"
"Dono, tem uma lagosta que morreu."
"Impossível, estão todas frescas, até pouco tempo estavam se mexendo." Apesar de não acreditar, ao ouvir isso, o dono se aproximou.
Então viu uma lagosta grande e pesada subindo devagar até a superfície da água. Vendo aquilo, o dono rapidamente pegou uma rede para retirá-la, mas tinha certeza que ela estava viva até pouco tempo atrás.
Agora, de fato, parecia morta.
"Merda, será que a bomba de oxigênio quebrou? Droga! Maldito bicho, como foi morrer assim? Que azar, desgraça!"
Uma lagosta dessas custa duzentos e oitenta e oito, e quase sempre vende antes de fechar a loja. Agora, morta, é um prejuízo de 288 do nada. Só de pensar nisso, o dono não conseguia segurar o palavrão.
"Dono, normalmente como vocês lidam com frutos do mar que morrem?"
"Claro que jogamos fora, nunca vendemos camarão morto aqui."
O mercado de frutos do mar tem regras: camarão de cativeiro morto pode ser vendido barato ou virar camarão congelado, mas lagosta e caranguejo-real, se morrer, têm que ser descar