O Vento do Sul Não Dorme [Espelho Quebrado Recomposto]

O Vento do Sul Não Dorme [Espelho Quebrado Recomposto]

Autor: Procurando brotos
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[Terminado de escrever, pode ser abatido!] 1, O céu fez duas brincadeiras com Sang Weimian: uma é que depois de ser órfã por mais de vinte anos ela foi encontrada pelo pai. Segundo, o pai recém-reconh

Primavera sem sono

桑 não havia dormido quando chegou a Changjing sentada no trem de vagão verde, enquanto a neve caía lá fora. A antiga e baixa estação sul do trem, com seu relógio ocasionalmente tremendo, evidenciava sua posição há meio século. Hoje, os habitantes de Changjing, sofisticados e elegantes, costumam aparecer no novo terminal do aeroporto e na estação leste dos trens rápidos.

Ela contemplava distraída as letras “Estação Sul de Changjing”. O ponteiro do grande relógio tremia, derrubando uma nevasca. Puxou para cima seu cachecol de tricô. Sua mala de vinte e poucos polegadas rolou pelas escadas do terminal, quase desmontando pela agitação, um objeto antigo de cor cinza e branca. Atrás dela, um homem carregando um saco de nylon azul, vermelho e branco pediu passagem, e, entre gritos, rolou alguns tubérculos terrosos pelo chão. Alguém acendeu um cigarro, o cheiro de tabaco ruim misturando-se ao choro de um bebê. Sang não havia dormido olhou para o céu carregado.

O celular tocou em seu bolso. Ela atendeu, ouvindo uma voz humilde e educada: “Senhorita Sang, já desembarcou?”
“Estou na saída da estação.”
“Certo, aguarde um momento.”

Era o motorista da família Sang, tio Wei, que ela conhecera dois meses antes, quando fora reconhecida pela família, e que hoje vinha buscá-la. Ela ficou menos de meio minuto na saída. O motorista apareceu diante dela, impecável de terno, e ao pegar sua bagagem, não escondeu a surpresa: “Senhorita Sang, trouxe tão pouca coisa?”
“Sim”, ela assentiu, as mãos ainda nos bolsos do casaco, “trouxe tudo.”

Na estação sul só pa

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