Proteger as águas límpidas e os céus azuis da pátria, salvaguardar a vida e os bens do povo, garantir que o patrimônio estatal não seja violado — este é o propósito fundamental das ações civis pública
A majestosa bandeira de cinco estrelas se ergue junto com o sol nascente, e o emblema dourado da balança, no centro do edifício da Promotoria, brilha intensamente à luz da bandeira nacional.
Zhang Ruiming contemplava tudo, absorto. Todas as manhãs antes das audiências, ele se postava ali para, em silêncio, recitar o juramento do promotor:
"Sou promotor da República Popular, juro: ser fiel à pátria, ao povo, à constituição e às leis, cumprir com dedicação as responsabilidades de supervisão legal, manter a ética profissional da promotoria, defender a justiça e a equidade, preservar a unidade do Estado de Direito."
Hoje era a primeira audiência do caso da “pista tóxica da Quarta Escola de Jingang”, o primeiro processo público no país causado por uma pista tóxica. O julgamento deste caso prometia causar grande comoção; há anos, processos civis e até administrativos relativos a pistas tóxicas são relatados pela mídia, mas quase sempre terminam sem conclusão. Processos desse tipo eram, até então, batalhas impossíveis: dificuldades em coletar provas, pais sem conhecimento de substâncias como ácido benzóico, resultados de sangue oculto pouco conclusivos, processos longos com várias instâncias, execuções e revisões administrativas que tornam a espera interminável. E, no final, a compensação era ínfima, mal cobrindo os honorários advocatícios.
Mas desta vez era diferente: tratava-se de uma ação pública de repercussão nacional, já com manchetes como “Um dos dez casos mais influentes no progresso jurídico de 2018”. O Estado tomou a iniciativa, com