Sejam todos bem-vindos ao grupo de leitores 603074773! Este é um novo grupo, sem benefícios especiais, portanto, entrem com cautela. Meu irmão tolo foi possuído por um lobo negro?! Meus pais foram amb
Uma freada estridente cortou o silêncio.
— Podem descer, chegamos ao destino. Acordem aí, quem estiver dormindo! Abram os olhos, animem-se! — O motorista, exibindo sua barriga de cerveja, espremeu-se pelo corredor estreito do ônibus, cutucando um por um os passageiros adormecidos.
Após recobrar a consciência, Dazhuang Huang foi o último a descer, carregando nos ombros um grande saco de nylon. Espremendo-se pela porta, sentiu o vento levantar poeira, que girava ao redor dos transeuntes. Deixando a bagagem no chão, respirou fundo.
— Ah! Finalmente em casa! Esse cheiro... tão familiar!
O estômago de Dazhuang roncava quando ele sentiu o aroma de batata-doce assada.
— Me dê uma bem grande, se for pequena não vai dar pra encher a barriga! — pediu ele à idosa que vendia batata-doce.
A velha embrulhou o pedido, mas antes que pudesse entregá-lo, Dazhuang disse:
— Espere! Eu já volto pra buscar, deixe enrolado no cobertor, não deixe esfriar!
E saiu em disparada, sumindo de vista.
A necessidade apertava — após algum tempo sentado, agora, ao andar, o desejo de urinar ficou irresistível. Não podia simplesmente se aliviar na rua, então foi até um canto afastado e escolheu um robusto olmo para “fertilizar”.
Após resolver o assunto, voltou para buscar sua batata-doce. Mas, de repente, sentiu como se alguém lhe tocasse a cabeça. Passou a mão, mas não havia nada. Achou estranho, mas não deu muita importância — talvez o vento tivesse derrubado alguma folha sobre ele.
Pegou a batata-doce, pôs novamente o saco nos ombros e seg